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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Revista Comunicação Empresarial - MavenFlip

domingo, 16 de junho de 2013

"Jamais achei que ele fosse atirar", afirma repórter atingida em protesto

sábado, 8 de junho de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O que mudou na sustentabilidade das empresas - Dal Marcondes - Envolverde

Empreendedorismo

Companhias precisam se redescobrir enquanto atores sociais. Não basta mais parecer sustentável em belas páginas, é preciso ser no âmago de sua missão

por Dal Marcondes — publicado 05/06/2013 11:16, última modificação 05/06/2013 11:18
 
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Agência Brasil
reciclagem ag brasil
Galpão da Cooperativa de Reciclagem, Trabalho e Produção na Cidade Estrutural (DF). Empresas precisam adotar ações que incorporem também temas sociais
Empresas e organizações que as representam constroem políticas de sustentabilidade na maioria das vezes pautadas por metas ambientais. Poucas vezes avançam em desafios sociais e quando o fazem, na maior parte das vezes, são ações com foco em filantropia. Grande parte das pautas ambientais colocadas para as empresas no último quarto do século XX já foi plenamente absorvida e incorporada pelas grandes empresas nacionais e globais. Não se joga mais poluentes em rios, as chaminés têm filtros e a gestão de resíduos está no topo das listas de prioridades. Mas e as verdadeiras pautas sociais? Como estão sendo tratadas?
O mundo mudou e as necessidades sociais também. Fazer projetos com comunidades e oferecer benefícios periféricos para grupos de colaboradores, pequenas coisas que vão além da lei e de acordos coletivos, devem ser estimulados, mas não fazem mais sentido enquanto “marketing social ou de causas”. As empresas precisam se redescobrir enquanto atores sociais e compreende que seu papel vai além da simples “remuneração dos acionistas” e bom relacionamento com seus “stakeholders”. Fazer relatórios de sustentabilidade já é uma linha de corte estabelecida pelo próprio mercado, uma vez que a BM&FBOVESPA, uma das principais bolsas de valores do mundo, já lançou uma campanha para que as empresas listadas publiquem seus relatórios ou expliquem por que não o fazem.
Nessa nova era de crises econômicas e sociais as empresas devem mudar as perguntas que lançam para dentro de suas estruturas. Não basta mais parecer sustentável em belas páginas e filmes para TV, é preciso ser sustentável no âmago de sua missão. E a pergunta que deve ser feita é o que as empresas estão, de fato, fazendo para ajudar a manter a humanidade em evolução? Qual é sua contribuição para o futuro. Como ela se reconstrói a partir de novas forças que estão surgindo na sociedade? Mas, principalmente, como elas estão incorporando os milhões de jovens que chegam à idade do trabalho todos os anos?
Empresas existem para gerar riquezas e oferecer trabalho. Nos últimos 20 anos as “modernas” técnicas de gestão foram eliminando postos de trabalho e estabelecendo linhas de corte de produtividade cada vez mais ferozes. Isso é parte do grande problema de desemprego global para jovens. Cada CEO deveria se perguntar como incorporar jovens em suas empresas, como oferecer trabalho em todas as faixas de jovens e não apenas àqueles que possuem MBA e são capazes de conversar em duas ou mais línguas. São esses os jovens que estão nas ruas e buscam alternativas de sobrevivência através de “comportamentos antissociais”.
Quando a sociedade se dispõe a debater questões como a maioridade penal é preciso discutir, também, o que essa mesma sociedade está fazendo para ampliar a oferta de trabalho para jovens de baixa renda, jovens mal preparados pelas escolas públicas e que vêm de famílias incapazes de oferecer os padrões de consumo estimulados pela publicidade.
Portas tradicionais de acesso ao trabalho foram fechadas, como os antigos “office boys”, que construíam relações nas empresas em que trabalhavam e nas empresas clientes – “networkings” que os ajudavam a escalar cargos nas empresas e construir uma carreira. Agora se utiliza o trabalho de “motoboys”, que correm de portaria em portaria, sem conhecer ninguém além de porteiro, e que são execrados no trânsito como “destruidores de espelhinhos”. Machucam-se ou morrem pelas ruas das cidades em nome de uma suposta eficiência para as empresas, mas em trabalhos que não oferecem nada, sequer uma renda decente.
As novas questões da sustentabilidade das empresas estão mais ligadas ao que as empresas podem fazer para melhorar a sociedade onde estão inseridas, não apenas sob o ponto de vista ambiental, mas também em relação à sua responsabilidade em oferecer caminhos para o desenvolvimento das pessoas.
*Análise originalmente publicada na Envolverde

terça-feira, 4 de junho de 2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

PRAÇA VICTOR CIVITA RECEBE SEGUNDA EDIÇÃO DA MOSTRA ECOFALANTE DE CINEMA AMBIENTAL

Exibições ocorrem em junho, como parte da programação da Virada Sustentável, e resgatam questões de sustentabilidade, cidadania e políticas públicas

 Nos dias 6 e 7 de junho, às 20h, a Praça Victor Civita exibirá a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental ( www.ecofalante.org.br/mostra.) A programação faz parte da terceira edição da Virada Sustentável, que acontece entre os dias 6 e 9 de junho em diferentes locais de São Paulo. Para as apresentações na Praça foram selecionados os longas Deus Salve o Verde (God Save The Green, 2012), produção italiana dirigida por Michele Mellara e Alessandro Rossi, e o filme canadense Rios Perdidos (Lost Rivers, 2012), de Caroline Bâcle.
Entre 23 e 30 de maio, o evento exibiu, gratuitamente,  70 filmes, procedentes  de 20 países,  em seis salas paulistanas.

A primeira produção retrata a realidade da maioria das pessoas que deixa o campo e migra para os subúrbios das cidades em busca de novas oportunidades. Nesse cenário, a evidente transformação antropológica, que vem aumentando globalmente, retrata pastores e agricultores se adaptando à vida urbana. Entre arranha-céus, subúrbios anônimos e favelas renasce a necessidade do homem trabalhar a terra. Sentimentos antagônicos ressurgem, desequilibrando ritmos e deveres na vida urbana destes personagens. A narrativa flui por caminhos que levam a possibilidades inovadoras e colocam em evidência: o último jardim em uma das periferias mais movimentadas de Casablanca (Marrocos), o cultivo hidropônico em Teresina (Brasil), hortas comunitárias em Berlim (Alemanha), a produção de vegetais dentro de sacos em uma das favelas de Nairobi (Quênia) e jardins suspensos em Turim e Bolonha (Itália).
  
Já o filme Rios Perdidos  aborda o universo das cidades industriais com rios que fluíam sem a intervenção do homem, mas, por conta da evolução desenfreada da metrópole, viram suas margens ocupadas por casas e edifícios. Dessa forma, esses recursos naturais, ao longo das últimas décadas, acabaram escondidos, soterrados – ou pior, uniram-se às redes de esgoto, tornando-se meios de transmissão de doenças. Diante desse lúgubre cenário, o longa conduz o espectador a uma aventura no submundo urbano, pontuado por esgotos, túneis e galerias. Assim, nesse universo literalmente underground é possível redescobrir a história desses rios perdidos ao mergulhar em mapas de arquivos e ir ao subterrâneo com exploradores urbanos clandestinos. 
  

SOBRE A ECOFALANTE

Responsável pelo evento, a ONG Ecofalante surgiu em 2003, da ação de um grupo de educadores, comunicadores, cineastas e profissionais de diversas áreas do conhecimento científico voltados para questões culturais e socioambientais e para a utilização das novas e disponíveis tecnologias que contribuíssem para o desenvolvimento sustentável, a preservação e a recuperação do meio ambiente. Destaca-se entre os seus projetos a série de documentários Histórias da Mata Atlântica (composta por três episódios: “O Pontal do Paranapanema”,  “Visita à Aldeia Guarani” e “O Vale dos Quilombos”). A Ecofalante tem como fundador e diretor o produtor Chico Guariba. Segundo ele, a criação da Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental foi motivada pela “necessidade de chamar a atenção da população paulista para questões ambientais, de sustentabilidade, cidadania, governança, participação e políticas públicas”. A 2a Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental conta com patrocínio do Instituto Votorantim, Mondelēz e White Martins. O projeto é realizado com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2012. http://www.ecofalante.org.br/mostra/

• SOBRE A PRAÇA VICTOR CIVITA          
Projeto pioneiro na América Latina, inaugurada em 2008, a Praça Victor Civita é resultado da iniciativa do Grupo Abril em parceria com a Prefeitura do Município de São Paulo, o Itaú, a Even Construtora e a Petrobrás. A partir de um espaço com aproximadamente 14 mil metros quadrados e área verde com cerca de 80 árvores, a Praça oferece à população um espaço que propõe uma reflexão acerca da preservação ambiental. Também abriga o Museu da Sustentabilidade, instalado no antigo incinerador de Pinheiros, e desenvolve atividades de educação socioambiental, com cursos, palestras e visitas escolares, além de localização privilegiada e de fácil acesso através de transporte público ou carro. A Praça Victor Civita dispõe de um palco para espetáculos com arquibancada coberta para 290 pessoas, onde ocorrem apresentações musicais, passando pelo rock, samba e música clássica, também espetáculos circenses, aulas de arte, yoga e pilates, além de atividades no centro de convivência para a terceira idade (CIIPE). O projeto foi implementado a partir da iniciativa de reviver uma região degradada pelo acúmulo de detritos ao longo dos anos, uma vez que, entre os anos de 1949 e 1989, o espaço funcionou como centro de processamento de resíduos urbanos.Dentro das normas técnicas de acessibilidade, a área conta com uma exposição permanente sobre as formas, materiais e tecnologias empregadas no tipo de reabilitação ambiental do terreno. Além disso, a Praça Victor Civita conta com soluções arquitetônicas de reuso de água, economia energética e projeto paisagístico educativo. A Praça Victor Civita é aberta diariamente, das 6h30 às 19h, e toda a sua programação é gratuita. Para visita de grupos escolares é necessário agendamento. A Praça divulga suas atividades através do site http://pracavictorcivita.org.br e também  nas redes sociais twitter (@pracavc) e facebook (fb.com/pracavictorcivita). No site, o público pode se cadastrar para receber a newsletter da programação.


• SERVIÇO
Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Dia: 6 de Junho 
Filme: Deus Salve o Verde (2012)
Direção: Michele Mellara e Alessandro Rossi
Horário: 20h     

Dia: 7 de Junho 
Filme: Rios Perdidos (2012)
Direção: Caroline Bâcle
Horário: 20h     

Local: Praça Victor Civita | Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros       
Ingresso: Entrada gratuita          
Outras informações: (11) 3031-3689 ou www.pracavictorcivita.org.br
*A apresentação acontece no palco da Praça com arquibancada coberta para 290 pessoas. Capacidade máxima do local: Duas mil pessoas.
**Não é  necessário retirar ingressos com antecedência.


Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo
Manoela Gonçalves | manoela@baobacomunicacao.com.br
Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde | 04136-020 - São Paulo - SP
+55 11 3482-2510 | +55 11 3482-6908


terça-feira, 21 de maio de 2013

“Congresso traz como tema Ciência e a Tecnologia como vetores para a sustentabilidade”



Profissionais das mais diversas áreas do conhecimento estarão reunidos nos dias 29 e 30  de agosto em São Paulo para troca de experiências

Nos dias 29 e 30 de agosto, a partir das 8h30 na Fatec Tatuapé (FATEC) em São Paulo, a Conversa Sustentável e a Revista Sustentabilidade realizam o 1° Congresso Internacional de Sustentabilidade.

O evento tem como desafio compartilhar experiências e estratégias de inovação interdisciplinares para a aplicabilidade mercadológica e contará com a participação de profissionais de sustentabilidade, acadêmicos, especialistas Brasil, América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia.

A estrutura do evento contará com seções para a apresentação de artigos  aprovados comissão cientifica, 06 painéis temáticos, oficinas técnicas realizadas pela Associação dos Profissionais de Sustentabilidade, Mesa redonda sobre a Nova Política Nacional de Resíduos Sólidos e Workshop sobre  Neuromarketing
.
            O encontro acontecerá das 8h30 às 18h, na FATEC Tatuapé, que fica na Rua Antônio de Barros, 800 | Tatuapé – São Paulo/SP. As inscrições podem ser feitas pelo site http://ciis.com.br/

Parceria: Revista Sustentabilidade  - http://revistasustentabilidade.com.br/
Apoio Institucional: Abraps - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade - http://www.abraps.org.br/
Câmara Brasil Alemanha - http://www.ahkbrasilien.com.br/pt/

Programação

1° Dia - 29 de agosto
8h30 - Abertura Oficial
9h30 - Painel 1 - Educação e Ensino à Distância
Dra. Ivanette Bellucci - Fatec Tatuapé
Msc. Rogério Teixeira - Centro Paula Souza - CETEC
Dr. Angelo Cortelazzo - Coordenador da UNIVESP
Dr. Dilermando Piva - Coordenador de EAD - CEETEPS
Dr. Enrique Viana Arce - FATEC - Americana
10h50 - Intervalo

11h10 - Painel 2  - Responsabilidade Social e Sustentabilidade na Europa

Dr.Fernando Miguel dos Santos Henriques Seabra - ISCAL - Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa - Instituto Politécnico de Lisboa
José Elias Parreira Ramalho - Instituto de Desenvolvimento e Inovação Social (I.D.I.S MAIS) - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Dra.Maria de Fátima Nunes Jorge Oliveira - Universidade de Évora
Dra.Maria João Ferreira Nicolau dos Santos - Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa (ISEG/UTL)
Dra.Mónica de Melo Freitas - Centro de Estudos em Sociologia, Universidade Nova de Lisboa
Dra.Maria Alice Nunes Costa - Universidade Federal Fluminense

12h30 - Almoço

14h - Oficina Temática Abraps

14h às 16h - Painel 3 - Tecnologia e Inovação para a Sustentabilidade

Luiz Alexandre Mucerino, Vice Presidente do Instituto Jatobás
Economia Criativa e a sustentabilidade nas cidades - Prof. Luiz Alberto Machado - Vice-Diretor e professor titular da Faculdade de Economia da FAAP
Desenvolvimento Tecnológico na Agricultura Brasileira - Dr. José Eustáquio Vieira - Pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Avanços Tecnológicos e Sustentabilidade no Brasil - Dr. Francisco Fechine Borges - UFPE
Dr. Oswaldo Massambani - Coordenador da Agência Inova do CEETEPS

16h às 18h - Seções Paralelas
16h às 18h - Workshop - Neuro Comunicação para a Sustentabilidade

José Elias Parreira Ramalho - Instituto de Desenvolvimento e Inovação Social (I.D.I.S MAIS) - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
Heitor Fox - Consultor na Brain Your Business, Lisbon Area, PortugalInformation Technology and Services

2° Dia - 30 de agosto

8h30 - 10h30 - Painel 4 -  Construção: Do Ciclo de Vida à Operação Sustentável

A importância da gestão de facilities na sustentabilidade:Marcos Maran - Presidente da ABRAFAC e Amilcar João Gay Filho,  ABRAFAC 
A importância da construções sustentáveis no desenvolvimento de novas tecnologias - Roberto de Souza - CTE - Diretor Presidente
Gestão de Resíduos na Construção uma experiência prática - Isac Moises Wajc - Sócio-proprietário da REDERESÍDUO
Resíduos industriais e reciclagem - Msc. João Ailton Brondino - Pesquisador da UFScar

10h30 – Intervalo

10h50 - Painel 5 - Comunicação, Cultura, Tecnologias

Comunicação e Sustentabilidade -  MsC. Vivian Ap. Blaso S. S. Cesar, PUCSP. Relações Públicas e Docente
Redes digitais e sustentabilidade - Dr. Mássimo di Felice - ATOPOS/ USP
RSE: experiência na América Latina - Msc. Valmir de Oliveira – Universidade Mayor, Chile- 
Diálogo Online com Stakeholders - Fernando Legrand - Coordenador Académico no CapacitaRSE, e editor do Blog RSE Online desde 2004
Inovação, Consumo e Tendências - MsC Fábio Mariano Borges - Publicitário e Sociólogo 
12h30 – Almoço

14h - Oficina Temática Abraps

14h às 16h - Mesa Redonda: responsabilidade civil criminal e ambiental na gestão de resíduos

Francisco Luiz Biazini Filho - Fundador e Conselheiro do GAO: Grupo de Articulação das ONGs brasileiras na ISO 26000

José Valverde Machado Filho - Presidente do Instituto Cidadania Ambiental
Luiz Aceti Jr. – Advogado especialista em direito ambiental e agrário e professor UNISAL da Campinas
Prof. Dr. Roberto Baungartner - Diretor Ticket Serviços
15h às 17h30 - Seções Paralelas

16h às 18h - Painel 6 -  Construções Sustentáveis: Variáveis e Vertentes

Dra. Sasquia Hizuru Obata -  Variáveis da sustentabilidade nas construções - FATEC
Dra. Maria de Jesus Seabra  - Vertentes de Sustentabilidade e Infra estrutura de Transportes - ISEG - Lisboa
Dra. Maria Madalena Moreira Vasconcelos - “Sustentabilidade de Sistemas Urbanos
De Água” - Universidade de Évora
Catarina Selada - Cidades Inteligentes - INTELI

18h - Coquetel de Lançamento do Livro: Ciência e Tecnologia como vetor para Sustentabilidade


Inscrições
Inscrições até 10 de junho - R$ 600,00
* 50% de desconto para docentes, estudantes e associados Abraps.
Contato - secretaria@ciis.com.br

Informações à Imprensa
Conversa Sustentável / imprensa@conversasustentavel.com.br

Siemens supera meta de sustentabilidade no setor industrial


Siemens publica o Relatório de Sustentabilidade para o exercício de 2012
• A empresa atingiu plenamente importantes metas de sustentabilidade
• Espera-se que todos os novos prédios da Siemens possuam uma certificação LEED
• Programa de eficiência energética para toda a cadeia de valor
• A empresa mais sustentável do mundo dentro do super setor de Bens e Serviços Industriais

Em seu Relatório de Sustentabilidade para o exercício de 2012 publicado no início do mês, a Siemens chega à uma conclusão positiva: “Tivemos êxito em atingir plenamente nossas metas de sustentabilidade. Aumentamos nossa receita verde para €33 bilhões ao mesmo tempo que demos um exemplo de sustentabilidade e ganhamos até agora cerca de 1000 fornecedores para nosso programa de eficiência energética. Pela primeira vez em nossa história, também fomos indicados como a empresa industrial mais sustentável do mundo no renomado Índice de Sustentabilidade Dow Jones de 2012 – alcançando, como Líder de Super-Setor, a posição máxima em nove setores da indústria”,  disse Barbara Kux,  membro da diretoria e Diretora de Sustentabilidade da Siemens AG.

Em 2012, a Siemens também posicionou, com sucesso, sua Carteira Ambiental como um importante fator de negócios. A receita proveniente de produtos verdes, que cresceu três pontos percentuais mais rápido do que a receita total da empresa, agora é responsável por 42% dos negócios totais da Siemens. Em 2012, as tecnologias verdes da Siemens permitiram que os clientes reduzissem as emissões de gases do efeito estufa em um total de 332 milhões de toneladas – uma quantidade igual às emissões anuais totais conjuntas das cidades de Berlim, Hong Kong, Jacarta, Londres, Melbourne, Moscou, Nova York, São Paulo e Tóquio.
Nos últimos anos, a empresa também tem reduzido seu próprio consumo de recursos. Por exemplo, no exercício de 2012 a Siemens aumentou sua eficiência energética em oito por cento em comparação a 2010, e melhorou sua eficiência na área de produção de resíduos em 6 por cento; na área de emissões de CO2, a melhoria foi de 12 por cento. Programas de eficiência energética já acontecem em mais de 100 das unidades de produção da empresa. Novos prédios e importantes estruturas já existentes estão sendo otimizados de forma rigorosa para aperfeiçoar os recursos de sustentabilidade. Além disso, a Siemens planeja obter certificação LEED  (da sigla em inglês para "Liderança em Design Ambiental e Energia") – que é o padrão ambiental internacional de construção – para todos seus novos prédios. O novo edifício-sede da Siemens, que está sendo construído em Munique, também irá estabelecer um novo padrão neste sentido. A Siemens está expandindo seu sucesso por toda a cadeia de fornecedores.
Como parte de seu Programa de Eficiência Energética para Fornecedores (EEP4S), mais de 1000 fornecedores analisaram  sua eficiência energética até o momento, e concluíram que é possível  fazer uma economia de energia de cerca de 10 por cento em média.  Peter Löscher, Presidente e CEO da Siemens AG, disse “Durante os últimos anos em particular, a Siemens afirmou-se como um paradigma de sustentabilidade. Gostaria de agradecer à Sra. Kux, sua equipe e todos nossos funcionários por seus esforços. Podemos ficar muito orgulhosos deste feito porque ele beneficia nossos negócios, nossos clientes e a sociedade – e isso também está sendo amplamente reconhecido fora da empresa”.
 Em 2012, a Siemens foi classificada como a Nº1 em duas categorias do renomado Índice de Sustentabilidade Dow Jones:  Bens e Serviços Industriais e Indústrias Diversificadas. No que diz respeito ao altamente conceituado Projeto de Divulgação de Carbono (CDP, na sigla em inglês), cujos ativos totais de cerca de US$78 trilhões são administrados por cerca de 650 investidores institucionais, a Siemens mais uma vez alcançou a posição de liderança no ano fiscal de 2012, marcando 98 de um total possível de 100 pontos. 
      
Sobre o Grupo Siemens no Brasil
A Siemens está presente no Brasil há mais de cem anos e é atualmente o maior conglomerado de engenharia elétrica e eletrônica do país, com suas atividades agrupadas em quatro setores: Industry, Energy, Healthcare e Infrastructure & Cities. As primeiras atividades da empresa no Brasil datam de 1867, com a instalação da linha telegráfica pioneira entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. Em 1895, no Rio de Janeiro, era aberto o primeiro escritório e, dez anos mais tarde, ocorria a fundação da empresa no país. Ao longo do século passado a Siemens contribuiu ativamente para a construção e modernização da infraestrutura do Brasil. Hoje, os equipamentos e sistemas da Siemens são responsáveis por 50% da energia elétrica gerada no País, 30% dos diagnósticos digitais por imagem realizados no Brasil e estão presentes em 2/3 de todas as plataformas offshore brasileiras projetadas nos últimos 8 anos. No Brasil, o Grupo Siemens conta com 10.120 colaboradores, 13 fábricas e 6 centros de pesquisa e desenvolvimento espalhados por todo o País. 
O setor de Infrastructure & Cities da Siemens, com aproximadamente 87.000 colaboradores, oferece tecnologias sustentáveis para áreas metropolitanas e suas infraestruturas, que incluem soluções integradas de mobilidade, tecnologia predial e de segurança, distribuição de energia, aplicativos para redes inteligentes, e produtos de baixa e média tensão. O Setor abrange as Divisões Rail Systems, Mobility and Logistics, Low and Medium Voltage, Smart Grid, Building Technologies e a Osram AG.  Para mais informações, visite http://www.siemens.com/infrastructure-cities